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0:15 Horário de Brasília
- Casa de Fiu (Parte 2)
Acordei às 10:30, tomei banho e fui pro hotel. Fiu continuou a hibernar. Na esquina do hotel Rani e Foice tomavam café da manhã; conversas. De lá fomos ao Pão de Açúcar pro resto do pessoal comprar comida de café da manhã. Seguiu um grupo até a liberdade, Mary, Coxa, TAZ, Déia, Gi, Foice e eu. Andamos bastante e a Marcella ligou. Fomos até o centro novamente para comer numa lancheria com ela e com todo o povo. Fica lá “perto” da Augusta e se chama Rock’s. Lugar lindo. Saímos de lá voando para ir no Tietê embarcar o Pengo e o Lucas. Fomos Fernando e eu para lá com os meninos. Encontros e desencontros tal qual o filme e o Pengo embarca sem a mala dele. Voltamos com a mala Fernando e eu até o hotel. O Jean e a carol já haviam ido embora. O Fernando foi o próximo a ir também. Ainda ficamos no hotel tomando umas e conversando, mais revelações e dentro da minha cabeça um mal entendido se resolve. Xaman chegou quando eu estava no Tietê e trouxe os ‘docinhos’ de led’s bem no estilo Maria Clara de ser. Lindo ^^ Logo em seguida vão embora o Ogam, que leva a Mary e a Marcella com o Daniel e o Xaman. A Gi foi embora com a Déia e o Coxa e voltamos pra casa Fiu e eu. Eu já saí de lá chorando, é claro.
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0:15 Horário de Brasília
- Casa de Fiu
Acordamos às 11:00 do dia 15 e passamos no hotel para ver o povo que tinha chegado. Carol, Jean, Lucas, Coxa, Davi, Joel, Tassia, Nannda e se faltou alguém eu não me lembro agora. Logo na entrada demos de cara com o Joel e a Tassia e seus respectivos convidados. Subimos e a farra estava completa no 301. Jorge e todo o resto avacalhavam no quarto, ou melhor, nos quartos. Zé chegou e nós fomos comer no shopping Frei Caneca. Demoramos um tanto por lá. Encontramos o Prestes, vulgo João. Eu não o reconheci sem cabelo. Fernando não esteve com a gente porque estava morto no hotel. Wex chegou por lá um pouco depois e o Toad e a Milla também. De lá saímos e fomos andando até o hotel novamente, mas não demoramos por lá. Clarissa apareceu e o Zé foi embora pra casa logo depois do almoço. Um lounge no hotel e depois volta pra casa. Banho e aflição. Não estava gostando da roupa, mas fui assim mesmo. D. Ana me emprestou um colar de pérolas lindo. O pessoal passou pela Teodoro e nós seguimos em direção ao Zé.
Na porta uma mulher “adivinhando” o nome de todo mundo. Errou o de Déia, Fernando e Marcelo. Ah, o do TAZ também. Entramos pela portinha e fomos andando… dois quartos escuros à esquerda e logo em seguida os degraus improvisados da escada de madeira. A Base e os personagens por lá. Descobertas e revelações. Choro de uns, beijos de outros e uma furada de olho, além de um par de chifres. A casa tem uma varanda linda e um quintal bem casa de vovó Ju. Ah, logo de cara encontrei com a Lady de vestido vermelho e all star branco como eu. Engraçado a sincronia. Uns papos por ali, outros por lá e até que o Ocho chegou e parou na minha frente na entrada do bar: – Oi, Mi! Com direito a dois beijinhos e tudo. Conversas poucas com o Gui, só passeando. O esperando e o inesperado aconteceram, e isso que é bom, né?! Elogios singelos que deixam o ego florido e o sorriso aberto. Wex. A Marcella é uma flor e está grávida. Os outros personagens estavam por lá se divertindo ou praticando a exclusão social. Ronin chegou e o presente lhe coube muito bem, melhor do que nunca. O pessoal começou a ir embora cedo, lá pelas 4:30 da manhã e eu estava no lounge quarto escuro com você-sabe-quem. Ouvimos um piano ser tocado e nós acabamos indo pra lá. Uma roda intimista de poucos conversando ao som do jazz/blues/bossa/luiz gonzaga e tudo mais. Ficamos por lá dançando, bebendo e isso foi o melhor da noite, com toda certeza. Dançar Holiday on Ice com o Guilherme foi a melhor da noite, além de rir horrores com ele. A volta pra casa foi a pé e pela maior ladeira de Olinda em São Paulo. A mãe do João ligou e um taxi pegou ele no meio do caminho. Déia, Mary, Gi, Lady, Su, Gui e eu subindo pro hotel. Wex foi de carro com o Vampe. O Guilherme é um palhaço, subimos segurando ele pelo braço e pela mochila. Tudo numa ‘brinks’ só. Café no hotel e depois voltar pra casa sozinha e fumando um cigarro pela Arcoverde às 8:20 da manhã.
Coube no Café da Manhã (em duas partes) Por Mary
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13:02 Horário de Brasília
- Casa de Fiu
Quinta de noite fomos ao Kebhab (?) comemorar o aniversário da Mari, amiga do Fiu. Não demoramos por lá. Foi divertido.
Acordamos ontem às 11:00, mas só nos levantamos meia hora depois. Café. Banho. Rua. Fomos na Pinacoteca, lugar lindo. Ficamos por lá até umas 17:00 e voltamos para a Paulista pra comprar os presentes dos meninos. Antes disso, compramos o presente de Pengo lá pelo Bom Retiro, bairro de antigos Judeus e dominado pelos Coreanos agora. Comemos numa pastelaria onde o Fiu comia nos tempos de escola. Muito bom o pastel de brócolis com queijo. Daí fomos pra Augusta e compramos o presente de Fernando e fomos direto pro hotel. Ah, que feliz conhecê-los! A Biazita quase me bateu pela mentirinha, ou surpresa. O Fer fez o favor de contar pra todo mundo. 19:10 Saímos de lá e fomos pra Cultura ver a Fernanda Takai e de lá ficamos andando até parar para comer. A Déia me viu na rua e quase me bate também. Voltar pra casa. Banho. Jantar e Milo. Lá o Ronin, Vampe, Wex. A noite foi bem louca e legal com milhões de fotos e um PT. Faz parte. Voltamos e dormimos. That’a over. Hoje? Ah, hoje é outro dia.
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18:50 Horário de Brasília
- Casa de Fiu
(Ainda está claro) Cheguei no aeroporto no horário previsto, às 10:00, horário de Sampa. Saí. Esperei a mala e segui pro ônibus que só chegaria às 11:00 ¬¬. Tempo para o salgadinho que Dani me deu. Espera… O ônibus também foi pontual e assim, segui para Congonhas. Trânsito, é claro. Bem-Vindo à Sampaulicéia. Falei com Fiu e ele foi me buscar lá com Dona Ana. Não demorou muito, lá estavam eles. Abraços (L). Seguimos até um laboratório que D. Ana precisava pegar uns exames. Algumas ruas erradas, mas chegamos. De lá seguimos para casa. Almoçamos e eu experimentei um novo “matinho comestível” deliciosamente gostoso, chama-se ‘escarola’. O Fiu me apresentou o livro da Fernanda Takai – Nunca subestime uma mulherzinha – PandaBooks. Muito bom! Tô devorando. Desde que entramos em casa que não parou de chover, o que significa que ficamos lendo e nerdando, eu e ele. O pessoal chega amanhã \o/ Ansiedade.
5:25 horário local
- Dentro do avião
Ontem quase tudo deu certo. A convite/sugestão de André Aquino, meu professor de Desenho Livre, resolvi escrever o meu primeiro diário de bordo. A princípio, uma câmera fotográfica estaria em minhas mãos, mas fui impossibilitada de trazê-la. Arrumei minhas malas, pintei o cabelo (novamente), arrumei as unhas, fiz embalagens para presentes… tudo mais. Acordei às 3:55 e Lucas também acordou e fez um escândalo. Acordei muito ansiosa. Muito. Da outra vez eu não havia ficado tanto. Comi alguma coisa e fomos eu e Júnior em direção ao aeroporto. Check-in demorou um pouco; embarque imediato. Não deu tempo nem para um último cigarro. Entrei. Poltrona 28F, janela. Valeu, Pengo ^^ É isso. Isso é só o começo. Ansiedade a mil. Feliz pra caralho!