Arquivado em: São Paulo | Tags: Brinks, Diário de Bordo, Festa, Hotel, Iéié
0:15 Horário de Brasília
- Casa de Fiu
Acordamos às 11:00 do dia 15 e passamos no hotel para ver o povo que tinha chegado. Carol, Jean, Lucas, Coxa, Davi, Joel, Tassia, Nannda e se faltou alguém eu não me lembro agora. Logo na entrada demos de cara com o Joel e a Tassia e seus respectivos convidados. Subimos e a farra estava completa no 301. Jorge e todo o resto avacalhavam no quarto, ou melhor, nos quartos. Zé chegou e nós fomos comer no shopping Frei Caneca. Demoramos um tanto por lá. Encontramos o Prestes, vulgo João. Eu não o reconheci sem cabelo. Fernando não esteve com a gente porque estava morto no hotel. Wex chegou por lá um pouco depois e o Toad e a Milla também. De lá saímos e fomos andando até o hotel novamente, mas não demoramos por lá. Clarissa apareceu e o Zé foi embora pra casa logo depois do almoço. Um lounge no hotel e depois volta pra casa. Banho e aflição. Não estava gostando da roupa, mas fui assim mesmo. D. Ana me emprestou um colar de pérolas lindo. O pessoal passou pela Teodoro e nós seguimos em direção ao Zé.
Na porta uma mulher “adivinhando” o nome de todo mundo. Errou o de Déia, Fernando e Marcelo. Ah, o do TAZ também. Entramos pela portinha e fomos andando… dois quartos escuros à esquerda e logo em seguida os degraus improvisados da escada de madeira. A Base e os personagens por lá. Descobertas e revelações. Choro de uns, beijos de outros e uma furada de olho, além de um par de chifres. A casa tem uma varanda linda e um quintal bem casa de vovó Ju. Ah, logo de cara encontrei com a Lady de vestido vermelho e all star branco como eu. Engraçado a sincronia. Uns papos por ali, outros por lá e até que o Ocho chegou e parou na minha frente na entrada do bar: – Oi, Mi! Com direito a dois beijinhos e tudo. Conversas poucas com o Gui, só passeando. O esperando e o inesperado aconteceram, e isso que é bom, né?! Elogios singelos que deixam o ego florido e o sorriso aberto. Wex. A Marcella é uma flor e está grávida. Os outros personagens estavam por lá se divertindo ou praticando a exclusão social. Ronin chegou e o presente lhe coube muito bem, melhor do que nunca. O pessoal começou a ir embora cedo, lá pelas 4:30 da manhã e eu estava no lounge quarto escuro com você-sabe-quem. Ouvimos um piano ser tocado e nós acabamos indo pra lá. Uma roda intimista de poucos conversando ao som do jazz/blues/bossa/luiz gonzaga e tudo mais. Ficamos por lá dançando, bebendo e isso foi o melhor da noite, com toda certeza. Dançar Holiday on Ice com o Guilherme foi a melhor da noite, além de rir horrores com ele. A volta pra casa foi a pé e pela maior ladeira de Olinda em São Paulo. A mãe do João ligou e um taxi pegou ele no meio do caminho. Déia, Mary, Gi, Lady, Su, Gui e eu subindo pro hotel. Wex foi de carro com o Vampe. O Guilherme é um palhaço, subimos segurando ele pelo braço e pela mochila. Tudo numa ‘brinks’ só. Café no hotel e depois voltar pra casa sozinha e fumando um cigarro pela Arcoverde às 8:20 da manhã.
Coube no Café da Manhã (em duas partes) Por Mary
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