12:48 Horário de Brasilia
- Itaubé – MG
Parada de meia hora pra tomar banho e almoçar corrido, é claro. O motorista ainda foi gentil e me esperou terminar de fumar. Agora só pararemos na Bahia depois de umas quatro horas. A viagem se resume à Minas; é, talvez, a metade do caminho. Tem um rio à direita desde lá longe, não sei se é o mesmo e o nome parece que é Jônico.
Parênteses
(Não me lembro se foi de madrugada no Rio ou hoje de manhã em Minas, passamos pela cidade chamada Maluquinho e tinha um Menino Maluquinho enooooorme na entrada da cidade. O_o Acho que foi em Minas)
(O melhor diálogo da festa:
- O que é isso?
- A guia do Preto Velho.
- E tu tá pegando assim?
- É, oras.
- Mas meu Deus, o que é isso?
- Cleptomania!
Wex e Eu)
11:33 Horário de Brasília
- Algum lugar de Minas ou da Bahia
O ônibus parou mais uma vez e sabe-se lá porque. Tá passando um rochedo enoooooorme, tipo o pão de açúcar. Acho que estamos em Minas. Meu celular não tem sinal para me dizer onde estou e pra completar vai descarregar. Um dia sem saber que horas são, ô delícia! Padre Praíso – MG, foi o que apareceu na placa agora.
8:30 Horário de Brasília
- Governador Valadares – MG
A madrugada foi longa… Paramos em uma cidade do Rio, começa com M, mas eu esqueci o nome. Não desci, estava com muito sono. Depois disso vi que paramos mais uma vez no nada porque o busão é um pau-de-arara do caralho e deve ter quebrado alguma coisa. Eu paguei 320 paus pra voltar numa sucata ¬¬. Ódio a parte, consegui dormir até às 6:00 e quando abri os olhos estava em Santa Bárbara não-sei-do-quê em Minas. Paramos só agora para o café da manhã e já estamos seguindo novamente. Nem tô achando devagar demais. Por hora está tudo certo, só não deu pra tomar banho porque essa parada foi quase num chiqueiro ¬¬.
0:19 Horário de Brasília
- Paraíba do Sul – RJ
Parada pra lavar o banheiro do ônibus e trocar de comissário. Deu pra cochilar.
22:44 Horário de Brasília
- Estado do Rio de Janeiro, cidade desconhecida.
O ônibus parou numa rodoviária há uns 10 minutos e parou novamente agora nesse bairro. Não estamos na capital. Estamos parados novamente para seguir em comboio, eu acho. Em todo caso, partimos.
20:40 Horário de Brasília
- Cidade de Queluz – SP
Primeira parada, meia hora pra jantar. Tomei um café amargo pra acordar e lembrar do Gui quando ele fala: “a ida é amarga”. O ônibus está “vazio”. Umas crianças, pesssoas calmas… Tá tudo tranquilo. O choro está preso, vai cair. Eu ainda não acredito que tanta coisa boa está acontecendo e ainda vai me acontecer.
(Ganhei um presente da Hermana. A coisa mais linda que alguém poderia me dar ^^)
17:17 Horário de Brasília
- Ônibus
As lágrimas começaram a cair depois do abraço e vão continuar caindo até sabe-se lá quando. Eu fico me perguntando como eu poderia estar mais feliz que isso. As coisas aconteceram e acontecem num time e com pessoas tão foda³, que não dá pra acreditar. Vai, Ray, volta pra casa pra encontrar a família e passar uns tempos no quintal e depois ganhar o mundo novamente.
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0:15 Horário de Brasília
- Casa de Fiu (Parte 2)
Acordei às 10:30, tomei banho e fui pro hotel. Fiu continuou a hibernar. Na esquina do hotel Rani e Foice tomavam café da manhã; conversas. De lá fomos ao Pão de Açúcar pro resto do pessoal comprar comida de café da manhã. Seguiu um grupo até a liberdade, Mary, Coxa, TAZ, Déia, Gi, Foice e eu. Andamos bastante e a Marcella ligou. Fomos até o centro novamente para comer numa lancheria com ela e com todo o povo. Fica lá “perto” da Augusta e se chama Rock’s. Lugar lindo. Saímos de lá voando para ir no Tietê embarcar o Pengo e o Lucas. Fomos Fernando e eu para lá com os meninos. Encontros e desencontros tal qual o filme e o Pengo embarca sem a mala dele. Voltamos com a mala Fernando e eu até o hotel. O Jean e a carol já haviam ido embora. O Fernando foi o próximo a ir também. Ainda ficamos no hotel tomando umas e conversando, mais revelações e dentro da minha cabeça um mal entendido se resolve. Xaman chegou quando eu estava no Tietê e trouxe os ‘docinhos’ de led’s bem no estilo Maria Clara de ser. Lindo ^^ Logo em seguida vão embora o Ogam, que leva a Mary e a Marcella com o Daniel e o Xaman. A Gi foi embora com a Déia e o Coxa e voltamos pra casa Fiu e eu. Eu já saí de lá chorando, é claro.
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0:15 Horário de Brasília
- Casa de Fiu
Acordamos às 11:00 do dia 15 e passamos no hotel para ver o povo que tinha chegado. Carol, Jean, Lucas, Coxa, Davi, Joel, Tassia, Nannda e se faltou alguém eu não me lembro agora. Logo na entrada demos de cara com o Joel e a Tassia e seus respectivos convidados. Subimos e a farra estava completa no 301. Jorge e todo o resto avacalhavam no quarto, ou melhor, nos quartos. Zé chegou e nós fomos comer no shopping Frei Caneca. Demoramos um tanto por lá. Encontramos o Prestes, vulgo João. Eu não o reconheci sem cabelo. Fernando não esteve com a gente porque estava morto no hotel. Wex chegou por lá um pouco depois e o Toad e a Milla também. De lá saímos e fomos andando até o hotel novamente, mas não demoramos por lá. Clarissa apareceu e o Zé foi embora pra casa logo depois do almoço. Um lounge no hotel e depois volta pra casa. Banho e aflição. Não estava gostando da roupa, mas fui assim mesmo. D. Ana me emprestou um colar de pérolas lindo. O pessoal passou pela Teodoro e nós seguimos em direção ao Zé.
Na porta uma mulher “adivinhando” o nome de todo mundo. Errou o de Déia, Fernando e Marcelo. Ah, o do TAZ também. Entramos pela portinha e fomos andando… dois quartos escuros à esquerda e logo em seguida os degraus improvisados da escada de madeira. A Base e os personagens por lá. Descobertas e revelações. Choro de uns, beijos de outros e uma furada de olho, além de um par de chifres. A casa tem uma varanda linda e um quintal bem casa de vovó Ju. Ah, logo de cara encontrei com a Lady de vestido vermelho e all star branco como eu. Engraçado a sincronia. Uns papos por ali, outros por lá e até que o Ocho chegou e parou na minha frente na entrada do bar: – Oi, Mi! Com direito a dois beijinhos e tudo. Conversas poucas com o Gui, só passeando. O esperando e o inesperado aconteceram, e isso que é bom, né?! Elogios singelos que deixam o ego florido e o sorriso aberto. Wex. A Marcella é uma flor e está grávida. Os outros personagens estavam por lá se divertindo ou praticando a exclusão social. Ronin chegou e o presente lhe coube muito bem, melhor do que nunca. O pessoal começou a ir embora cedo, lá pelas 4:30 da manhã e eu estava no lounge quarto escuro com você-sabe-quem. Ouvimos um piano ser tocado e nós acabamos indo pra lá. Uma roda intimista de poucos conversando ao som do jazz/blues/bossa/luiz gonzaga e tudo mais. Ficamos por lá dançando, bebendo e isso foi o melhor da noite, com toda certeza. Dançar Holiday on Ice com o Guilherme foi a melhor da noite, além de rir horrores com ele. A volta pra casa foi a pé e pela maior ladeira de Olinda em São Paulo. A mãe do João ligou e um taxi pegou ele no meio do caminho. Déia, Mary, Gi, Lady, Su, Gui e eu subindo pro hotel. Wex foi de carro com o Vampe. O Guilherme é um palhaço, subimos segurando ele pelo braço e pela mochila. Tudo numa ‘brinks’ só. Café no hotel e depois voltar pra casa sozinha e fumando um cigarro pela Arcoverde às 8:20 da manhã.
Coube no Café da Manhã (em duas partes) Por Mary